Quem não merece estar nos seus contatos de Orkut, também não merece estar em MSN, Windows Messenger ou qualquer outra coisa do gênero. Pessoas ignorantes, impossibilitadas de pensar com sensatez ou prudência, devem ser mantidas longe do seu alcance para que a burrice (sim, a burrice pode te pegar!) não te pegue como um leão pega suas presas no meio do mato alto da savana.
O que é mais doloroso: ser difamado por alguém que nunca pensaria se comportar de tal maneira, ou lutar contra tais difamações sem saber de onde partiram? Busque uma resposta quando estiver nesta encruzilhada - Deus o livre! -, pois eu ainda não encontrei. As relações humanas parecem ser ditadas não pelas próprias pessoas envolvidas numa situação, por exemplo, mas por “conselheiros”, verdadeiros oráculos semeadores do caos. Parece que o ser humano tem a necessidade frenética de buscar respostas fora de si, nem que pra isso fique cego, levando consigo todo o censo de direção, confiabilidade, amorosidade, compreensão e afetividade que poderia existir para com a parte contrária.
Óh, Santa Ignorância! Tu que és mãe de toda a incapacidade intelectual, passe longe do meu caminho e retire dele todos os inúteis que me cercaram um dia para que eu possa fazer da minha vida uma trilha de valores os mais corretos possíveis e jamais determinados por outrem, porém por minha própria consciência, rainha e mãe do meu ser. Te rogo por isso, Santa Ignorância, pois pessoas amáveis quando pegam o teu caminho, trilham pela triste estrada mantenedora do desprazer, do pseudo-orgulho, das “informações terceirizadas”, da banalidade intelectual, da fraqueza, da futilidade. Elas se tornam um fantoche capaz única e exclusivamente de repetir o que o seu senhor deseja.
Ontem me intitularam como bom homem, responsável, cumpridor dos deveres, amigo, verdadeiro amor. Hoje eu sou o golpista, o mau caráter, o enganador, mesmo trabalhando e estudando dia após dia e correndo atrás dos sonhos mais singelos na vida de um homem. Fazendo uma análise bem fria (frigidez me lembra alguém!), percebo que essa mudança radical de adjetivos e atribuições são faces da ignorância. Faces podres, podres como trapos imundos, podres como os sentimentos que um dia foram cultivados em nome do amor.
Cortei pela raiz, joguei terra em cima. O que é podre não presta, deixo para a ignorância e os seus seguidores, fiéis e raquíticos em sua essência, burros por excelência.


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